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domingo, 22 de julho de 2012
A Morte Dói? parte/ 1
A morte dói?
Autor: Orson Peter Carrara
Quando morre alguém, sentimo-nos todos tomados por um sentimento de perda e dor. É natural, gostamos da pessoa e desejamos que continue vivendo conosco. Mas, a morte é a única certeza da vida e está enquadrada nos acontecimentos normais da existência de todo mundo. A todo instante, partem jovens e velhos, sadios e enfermos...
E muitos perguntam, talvez temerosos do momento em que também enfrentarão a circunstância e acerto de contas com D. Morte: ela dói? O que ensinam os espíritos a respeito?
Em O Livro dos Espíritos, há um capítulo inteiro sobre o assunto: é o III, do livro segundo, com o título Retorno da vida corpórea à vida espiritual. As questões 149 a 165 esclarecem o assunto. Para não ficarmos em simples transcrição das respostas dadas pelos espíritos, fizemos breve resumo de forma didática para melhor entendimento do assunto. Mas remetemos o leitor à pesquisa direta às questões citadas.
No instante da morte, todo homem retorna ao mundo dos espíritos, pátria de origem; Uma vez no chamado outro mundo, conserva plenamente sua individualidade; A separação da alma e do corpo não é dolorosa. O corpo sofre mais durante a vida que no momento da morte;
A alma se liberta com o rompimento dos laços que a mantinham presa ao corpo;
A sensação que se experimenta no momento em que se reconhece no mundo dos espíritos depende do que fizeram em vida. Se foram bons, sentirão enorme alegria. Se foram maus, sentirão vergonha;
Normalmente reencontra aqueles que partiram antes, se já não reencarnaram;
A consciência de si mesmo vem aos poucos. Passa-se algum tempo de perturbação, convalescente, cujo tempo de duração depende da elevação de cada um;
Compreender antes o assunto exerce grande influência sobre o tempo de perturbação, mas o que realmente alivia a perturbação são a prática do bem e a pureza de consciência.
A Morte Dói? parte/ 2
Indicamos ainda ao leitor, estudar o livro O Céu e o Inferno, também de Allan Kardec, onde há diversas descrições do momento da morte e do pós-morte, de espíritos nas mais variadas condições evolutivas. O livro Depois da Morte, de Léon Denis e Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz/Chico Xavier também trazem muitas explicações sobre o interessante tema. Há, também, uma série enumerável de livros de mensagens enviadas por desencarnados aos ente-queridos que ficaram. Entre eles, o famoso Jovens no além, de 1975, recebido por Chico Xavier. O filme Joelma 23º andar, baseado no incêndio ocorrido em São Paulo, mostra bem a questão da continuidade da vida.
Não tema a morte. Ela faz parte do processo evolutivo. Viva de maneira prudente, faça o bem que puder e quando soar seu momento, vá sem medo. Mas nunca a busque ou a precipite. Tudo tem seu momento na vida e todos temos algo a fazer num tempo programado. Para aqueles que foram antes, guarde a convicção de breve reencontro e ore pela felicidade deles. Eles receberão a mensagem de seu coração.
Não tema a morte. Ela faz parte do processo evolutivo. Viva de maneira prudente, faça o bem que puder e quando soar seu momento, vá sem medo. Mas nunca a busque ou a precipite. Tudo tem seu momento na vida e todos temos algo a fazer num tempo programado. Para aqueles que foram antes, guarde a convicção de breve reencontro e ore pela felicidade deles. Eles receberão a mensagem de seu coração.
Do Outro Lado Da Vida parte/ 1
Do Outro Lado da Vida
Revista Espiritismo & Ciência
É verdade que existem pessoas que sequer acreditam na existência na alma. Para estas, quando o corpo físico cessa sua existência, tudo acabou. Mas a grande maioria da população do planeta acredita que, após a morte, a vida continua em outros planos de existência, tão ou mais intensa do que na Terra.
É bem possível que nunca na História tenha se discutido tanto o tema “vida após a morte” quanto agora. A facilidade com que as idéias são expostas e divulgadas ajuda muito. Parece que, quanto mais a sociedade se volta para o materialismo – seja pelo consumo desenfreado ou devido às necessidades básicas da vida –, mais as pessoas procuram saber a respeito desse mundo invisível e desconhecido para a maioria dos humanos.
É verdade que as descrições das dimensões superiores são tão (ou mais) antigas quanto as religiões. Mas após a detalhada descrição fornecida por André Luiz através de Chico Xavier, a quantidade de relatos a respeito do mundo espiritual aumentou muito. Alguns médiuns dizem que hoje o mundo espiritual encontra-se mais próximo do mundo material, daí a facilidade com que os relatos têm sido transmitidos, captados, canalizados.
Nem todas as pessoas concordam com o que é dito sobre o mundo após a morte, e ocorrem disputas até mesmo acirradas. Mas a discussão é sempre interessante, desde que bem educada. Para muitos pensadores, não há dúvida de que os conceitos cristãos de Céu e Inferno ainda estão muito presentes principalmente na cultura ocidental, mas de maneira geral as noções sobre a vida após a morte têm se estendido para além dessa visão, considerada insuficiente para explicar a complexidade da existência em outros níveis.
Do Outro Lado Da Vida parte/ 2
Essas descrições surgem das mais diferentes correntes de pensamento, às vezes com origens tão antigas quanto a humanidade, outras tão recentes que têm dificuldade em encontrar a credibilidade necessária – para muitos estudiosos do assunto, a credibilidade é uma das questões centrais aqui. Com o crescimento no número de relatos e canalizações, o tema correu o risco de ser banalizado ou transformado em simples veículo para pessoas mal-intencionadas.
Sendo assim, estamos numa pista com duas direções: de um lado, nunca tivemos tantas mensagens e com tantos detalhes; de outro, nunca foi tão necessário ter um pé atrás com relação a essas mensagens, ou melhor, aos mensageiros. Não há dúvida de que o ego atrapalha em muito, e grande parte das disputas já citadas se dá nesse terreno pegajoso, correndo o risco de se deturpar as mensagens em nome de interesses puramente materiais, mesmo quando isso ocorre de forma quase inconsciente.
Do Outro Lado Da Vida parte/ 3
Essas descrições surgem das mais diferentes correntes de pensamento, às vezes com origens tão antigas quanto a humanidade, outras tão recentes que têm dificuldade em encontrar a credibilidade necessária – para muitos estudiosos do assunto, a credibilidade é uma das questões centrais aqui. Com o crescimento no número de relatos e canalizações, o tema correu o risco de ser banalizado ou transformado em simples veículo para pessoas mal-intencionadas.
Sendo assim, estamos numa pista com duas direções: de um lado, nunca tivemos tantas mensagens e com tantos detalhes; de outro, nunca foi tão necessário ter um pé atrás com relação a essas mensagens, ou melhor, aos mensageiros. Não há dúvida de que o ego atrapalha em muito, e grande parte das disputas já citadas se dá nesse terreno pegajoso, correndo o risco de se deturpar as mensagens em nome de interesses puramente materiais, mesmo quando isso ocorre de forma quase inconsciente.
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